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sábado, 21 de novembro de 2009

Foi Feitiço.

"(...)Eu não sei o que me aconteceu
Foi feitiço
O que é que me deu
P'ra gostar tanto assim de alguém.
(...)"
André Sardet

Mas, aconteceu!!!!
E, apesar de tudo, acredito que vale a pena!

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Hoje.

Acordei frustrada. Acordei mal disposta. Acordei com dores nas costas. (....) à tua espera.

(o resto do texto, podes ler no teu tlmv)

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Foste apanhado!

TU LÊS O MEU BLOG!!!!
(mesmo quando eu não te digo para leres ;))

Gosto tantoooooooooo de ti, tonto!!!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Patrick Swayze.

Morreu. Soube agora mesmo. Não conhecia o Senhor de lado nenhum, como é lógico, mas que ele foi um dos responsáveis por noites inteiras a sonhar com um "Dirty dancing" só para mim, ai isso foi... Vi este filme vezes sem conta!!!!

(bem, verdade seja dita, que ainda hoje sonho com as cenas daquele filme só para mim!)

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

O Raúl Solnado.

Morreu há 2 dias.
Nunca foi o "meu" humorista. Mas é daquelas pessoas que me acompanhou desde sempre. Lembro-me dele desde sempre!
E dizia, de forma recorrente, uma frase que acho muito feliz:

"Façam o favor de ser felizes"

(e é isso que eu ando a tentar fazer!)

terça-feira, 5 de maio de 2009

Tenho muita pena.

Lamento o desaparecimento do Vasco Granja.

O que me diverti à custa dele: a pantera cor de rosa, o Professor Baltazar...





quinta-feira, 2 de abril de 2009

E este?!?

SEM TI

Não quero viver
sem ti
mais nenhum tempo

Nem sequer um segundo
do teu sono

Encostar-me toda a ti
eu não invento
Tu és a minha vida o tempo todo

Hoje,descobri!

A poesia de Maria Teresa Horta, e gostei muito!


OS SILÊNCIOS
Não entendo os silêncios
que tu fazes
nem aquilo que espreitas
só comigo

Se escondes a imagem
e a palavra
e adivinhas aquilo que não
digo

Se te calas
eu oiço e eu invento
Se tu foges
eu sei, não te persigo

Estendo-te as mãos
dou-te a minha alma
e continuo a querer
ficar contigo

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Um exemplo.

Um arquitecto cego que, "só" por não ver, não deixa de exercer a sua profissão. Em vez de desenhos "normais" usa um papel especial que faz o desenho em relevo ou, para trabalhos mais elaborados, recorre a moldes de barro.
Um arquitecto que também é professor no Instituto Superior Técnico, e que, por aquilo que vi, desenvolve com os alunos uma relação muito interessante de mútua ajuda e aprendizagem.
Uma pessoa que cegou e que não deixou de acreditar que podia continuar a ter uma vida "normal" e que, neste momento, estuda para tirar o doutoramento.

Uma pessoa que me fez pensar que a vida vale a pena. Mesmo com algumas contrariedades. É só preciso não desistir!

A ver se não me esqueço!

A história deste homem, passou agora mesmo num programa na RTP1, chamado de "30 minutos". Para quem não sabe, é um programa que, em 30 minutos, conta pequenas histórias - uma especie dos "60 minutos" da BBC.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Grande Saramago!

«(...) Há poucos minutos uma estação de rádio portuguesa quis saber qual seria a primeira medida de governo que eu proporia a Barack Obama no caso de ele ser, como tantos andamos a sonhar desde há um ano e meio, o novo presidente dos Estados Unidos. Fui rápido na resposta: desmontar a base militar de Guantánamo, mandar regressar os marines, deitar abaixo a vergonha que aquele campo de concentração (e de tortura, não esqueçamos) representa, virar a página e pedir desculpa a Cuba. E, de caminho, acabar com o bloqueio, esse garrote com o qual, inutilmente, se pretendeu vergar a vontade do povo cubano. Pode suceder, e oxalá que assim seja, que o resultado final desta eleição venha a investir a população norte-americana de uma nova dignidade e de um novo respeito, mas eu permito-me recordar aos falsos distraídos que lições da mais autêntica das dignidades, das quais Washington poderia ter aprendido, as andou a dar quotidianamente o povo cubano em quase cinquenta anos de patriótica resistência.
Que não se pode fazer tudo, assim de uma assentada? Sim, talvez não se possa, mas, por favor, senhor presidente, faça ao menos alguma coisa. Ao contrário do que acaso lhe tenham dito nos corredores do senado, aquela ilha é mais que um desenho no mapa. Espero, senhor presidente, que algum dia queira ir a Cuba para conhecer quem lá vive. Finalmente. Garanto-lhe que ninguém lhe fará mal.»

(retirado daqui)